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A realidade mista desenvolvida pelo CCG, aplicada no contexto de logística de hipermercados, esteve em destaque no programa “NXT – O Próximo Passo” da TVI24.

O trabalho desenvolvido no CCG, pelo domínio de investigação aplicada CVIG (Computer Vision Interaction and Graphics), juntamente com a SONAE MC, permite encurtar os processos logísticos nos grandes armazéns, reduzindo o tempo de demora de abastecimentos e facilitando a formação de novos trabalhadores, que se torna mais interativa, eficaz e satisfatória.

Para além de otimizar a formação da atividade de picking, a tecnologia de realidade mista permite ainda aumentar os níveis de segurança no trabalho.

Este projeto promissor foi escolhido entre centenas de projetos tecnológicos para estar presente na demonstração anual da SONAE.

O Centro de Computação Gráfica obteve em fevereiro de 2018 a dupla certificação ISO 9001 (Gestão da Qualidade) e NP 4457 (Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação) atribuída pela APCER – Associação Portuguesa de Certificação.

Esta dupla certificação abrange a totalidade das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação nas áreas da computação gráfica e tecnologias de informação, desenvolvidas pelo CCG – Centro de Computação Gráfica.

Mesmo sem possuir a forma jurídica de empresa, o CCG alcançou a certificação pelo seu grau de organização e pela maturidade das práticas de gestão da qualidade e de IDI.

Importância da certificação ISO 9001 e NP 4457

A certificação vem reforçar o compromisso do CCG no alcance da melhoria contínua, acentuando o esforço coletivo realizado na garantia da qualidade no seio do Centro de Computação Gráfica.

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O CCG integra a Comissão Técnica de Normalização “CT 196 – Fatura Eletrónica”, um órgão técnico que visa a elaboração de documentos e pareceres normativos respeitantes à desmaterialização de documentos a nível europeu e a faturas eletrónicas.

Esta comissão técnica foi criada pelo IPQ – Instituto Português da Qualidade – enquanto Organismo Nacional de Normalização.

Âmbito da Comissão Técnica 196 – Fatura Eletrónica

A Comissão Técnica 196 destina-se ao acompanhamento de trabalhos sobre a desmaterialização de documentos e fatura eletrónica a nível europeu, no Comité Europeu de Normalização (CEN) ou da Comissão Europeia (CE), tendo em conta o seu enquadramento a nível nacional.

A CE executou um mandado ao CEN para a criação de uma norma europeia para o modelo semântico de dados dos elementos core de uma fatura eletrónica.

Esta nova norma terá de ser tecnologicamente neutra e compatível com as normas internacionais relevantes ao nível da fatura eletrónica, ou ser passível de ser utilizada para transações comerciais entre empresas.

Constituição da CT 196

Esta comissão técnica é presidida pela GS1 Portugal CODIPOR e secretariada pelo CCG – Centro de Computação Gráfica, por intermédio de Ana Lima, coordenadora de desenvolvimento do domínio EPMQ do CCG.

Este domínio de investigação aplicada do CCG está também a trabalhar na comissão técnica 199, relativa a Sistemas de Informação de Saúde.

Na comissão CT 196 encontra-se um vasto conjunto de stakeholders, tanto do setor público, como do setor privado:

Sabia que?

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O CCG integra ainda uma comissão técnica internacional de normalização de ergonomia sob o domínio PIU.

Regulamento Geral de Proteção de Dados. Ainda não ouviu falar? Esta é uma legislação importante que terá de conhecer ao pormenor e ainda de preparar a sua empresa para a receber já em 2018.

Um estudo da IDC divulgado a 30 de janeiro de 2018 concluiu que cerca de 80% das PME europeias não estão preparadas para este regime, enquanto o tempo urge.

De seguida encontra um pequeno manual prático, isto é, um resumo das notas essenciais a reter sobre esta nova lei, e ainda informação sobre como implementar esta lei na sua empresa.

O que é o Regulamento Geral de Proteção de Dados?

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) ou GDPR (General Data Protection Regulation) é um diploma Europeu (EU 2016/679) que determina as regras relativas à proteção, ao tratamento e à livre circulação dos dados pessoais das pessoas nos países da União Europeia.

Este regulamento visa reforçar a Proteção de Dados dos cidadãos e harmonizar a legislação dos países membros da UE.

Quando entra em vigor?

O Regulamento Geral de Proteção de Dados entra em vigor em Portugal a 25 de maio de 2018 substituindo a atual lei de proteção de dados. Até essa data continua a aplicar-se a Lei de Proteção- lei n.º 67/98, de 26 de outubro.

A quem se aplica?

A legislação aplica-se a todas as organizações instaladas na União Europeia e àquelas que mesmo fora da UE, tratem de dados de seus residentes.

As empresas são obrigadas a comprovar o cumprimento de todos os requisitos derivados da aplicação deste regulamento.

regime geral de proteçao de dados - CCG

A que obriga?

O novo regulamento geral traz algumas mudanças significativas, de diferente impacto nas organizações, segundo a sua natureza, área de atuação, dimensão e tipo de tratamentos aplicados aos dados pessoais.

Existem diversos procedimentos diários que terão de ser revistos nas empresas, de forma a acompanhar as normas do RGPD de tratamento dos dados pessoais.

Quais as multas existentes?

O novo quadro legal estabelece um quadro de coimas que assenta em dois escalões consoante a gravidade da irregularidade.

Onde se pode acompanhar a nova regulamentação?

Para acompanhar o trabalho que está a ser desenvolvido pelas autoridades de proteção de dados, a nível europeu, pode consultar o website da Comissão Nacional de Proteção de Dados.

Toda a informação pode ser encontrada no site de legislação da União Europeia.

Ligada à regulamentação dos dados está a importante questão da cibersegurança.

O Dia do Emprego 2018 realiza-se no dia 6 de fevereiro, terça-feira, nos Edifícios 1 e 3 do Campus de Azurém, Universidade do Minho (UM), em Guimarães.

Esta feira de emprego insere-se na Semana da Escola de Engenharia 2018 (1 a 7 de fevereiro), que tem como tema: “Carreira – Futuro”, numa altura em que se assinala o 43º aniversário da Escola de Engenharia.

O objetivo deste Dia do Emprego 2018 é estabelecer uma ligação entre os atuais alunos e futuros graduados da UM, em especial da Escola de Engenharia, com o tecido empresarial e com o ecossistema de I&D&I.

Das 9h30 às 18h30 do dia 6 será possível conhecer nesta feira as oportunidades de emprego disponíveis em 80 empresas, assim como ter um contacto direto com os seus recrutadores e com a realidade empresarial.

Participação CCG no Dia do Emprego 2018

O CCG – Centro de Computação Gráfica – estará presente no Dia do Emprego 2018 no stand 33 do Edifício 3, junto ao auditório B1.14.

Os candidatos de emprego poderão descobrir ao pormenor as oportunidades de recrutamento em aberto no CCG, presentes e futuras.

As vagas de recrutamento CCG encontram-se disponíveis online a toda a hora na página de recrutamento CCG.

Lista de empresas presentes na feira

Será possível encontrar vagas de emprego e informações úteis nesta feira de emprego relativamente às seguintes empresas:

Dia do Emprego 2018 EEUM

A definição de Cibersegurança é ampla, tal como o seu universo. A Cibersegurança engloba toda uma panóplia de meios e de tecnologias, que almejam proteger computadores, programas, redes e dados, de quaisquer danos e invasões ilícitas, assim como comportamentos e atitudes dos utilizadores e que, de alguma forma, condicionam a segurança da informação. E à medida que o mundo aumenta a sua interligação, mais gente partilha a responsabilidade de garantir a segurança do Ciberespaço.

Com o constante aumento do número de dispositivos eletrónicos existentes (Internet das Coisas) e dos seus utilizadores, assim como dos negócios realizados online e das informações guardadas em rede, a segurança no Ciberespaço se tem tornado uma preocupação séria das pessoas, das empresas, dos governos e das nações, interferindo diretamente com a confiança nos sistemas, o que é fundamental para a aceitação das evoluções tecnológicas.

Para as empresas, mais do que um simples problema de TI, a Cibersegurança é mesmo um risco empresarial. A segurança da informação é um tema muito sensível que obriga a novos processos nas empresas, derivados do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados.

Ciberataques e Ciberpiratas

Com este acréscimo dos utilizadores e das informações contidas em rede, e com a mudança da esfera de negócios e da administração de sistemas para o mundo online, com o despoletar do machine learning e da inteligência artificial, também crescem diariamente os riscos e as ameaças criminosas neste meio, com a proliferação de métodos de ataque aos sistemas informatizados.

Frequentemente se ouve falar de Ciberataques a serviços financeiros e administrativos (bancos, redes de comunicação, de energia, de tráfego aéreo, órgãos do Estado, organizações de saúde, entre muitos outros) e de Ciberpiratas, frequentemente mais associados a espionagem industrial. Em qualquer dos casos regista-se uma heterogeneidade muito grande no perfil dos atacantes, variando de jovens não especialistas movidos por curiosidade (frequentemente com consequências funestas), até ao crime organizado.

Os Ciberataques mais conhecidos são os malwares (incluindo ransomware), os scarewares, os botnets, os ataques de negação de serviço (DoS), e os ataques em redes sociais. Uma pessoa distraidamente, num gesto de rotina, pode abrir um ficheiro infetado (sendo sempre necessário pensar antes de clicar).

Os filmes (“Die Hard 4.0 – Viver ou Morrer”, por exemplo) e as populares séries televisivas (como é o caso de “Mr. Robot” e de “Black Mirror”) versam até o que será o futuro próximo do mundo com o caos gerado pelos Ciberataques provocados pelos Ciberterroristas.

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As novas ameaças no Ciberespaço

Para além dos perigos tradicionais de roubo de dados, extorsão, chantagem e vandalismo, os Ciberhackers movem-se para areias mais movediças, como espionagem, desinformação, manipulação de mercado e interrupção de infraestrutura.

A ameaça é real, o que leva os governos e as empresas a investir em pesquisa e na obtenção de novas tecnologias de segurança de informação, na produção de normas e regulamentos, sem descurar a educação.

O malware, por exemplo, pode simplesmente “sentar-se” silenciosamente dentro de uma rede, sendo depois o seu acesso vendido ao maior licitador em redes subterrâneas. Um malware deste tipo RAT (trojan de acesso remoto) levanta um desafio enorme para os profissionais de segurança Cibernética, já que foi projetado para não ser detetado por natureza. Frequentemente este tipo de software não é desenvolvido para este propósito, sendo simplesmente aproveitado de uma forma imprevista, tirando partido de especificações incompletas, ou mal realizadas (num contexto ideal).

Nesta perspetiva, a Cibersegurança assume uma relevância diferente, porque se pode considerar parte do próprio modelo de negócio em torno das tecnologias. Nesta dimensão, em particular, a importância da normalização e regulamentação é evidente.

Sabia que?

(*) Fonte

(**) Fonte

Cibersegurança: o que se aproxima? O que se pode fazer?

É já um dado adquirido: as arquiteturas de data centers e as práticas de infraestruturas e de operações clássicas não são suficientes para dar resposta à transformação digital e às necessidades dos negócios digitais atuais.

A inovação tecnológica chega mais rápido do que a maioria das organizações consegue acompanhar. Antes que uma inovação seja implementada, outras duas já chegaram.

A tecnologia tem de suportar aplicações complexas em sistemas espalhados em vários locais, desde data centers, à cloud e a fornecedores de hospedagem.

As empresas precisam de uma abordagem que integre a proteção Cibernética em todos os aspetos da organização, desde o departamento de TI até à formação de funcionários para políticas de segurança. A segurança Cibernética deve ser abordada como uma estrutura de negócios inteira, que cobre áreas desde o contexto empresarial às políticas e aos padrões de segurança.

Em suma, a segurança Cibernética não é somente responsabilidade da “malta de TI”, nem apenas do negócio. Trata-se sim de um trabalho de equipa. O desenvolvimento de um Ciberespaço seguro exige a participação de todos: empresas, governos e até consumidores.

cibersegurança o que fazer

7 Frases a reter sobre Cibersegurança

As empresas gastam milhões de dólares em firewalls, criptografia e dispositivos de acesso seguro, e o dinheiro é desperdiçado; nenhuma dessas medidas aborda o elo mais fraco da cadeia de segurança. Kevin Mitnick

 

Os hackers encontram mais sucesso em organizações onde os funcionários não são apreciados, trabalham muito e recebem pouco. Por que alguém numa organização dessas se importaria o suficiente para pensar duas vezes antes de clicar num e-mail de phishing? James Scott

 

O hardware é fácil de proteger: trancá-lo numa sala, encadeá-lo numa mesa ou comprar um suplente. A informação é que representa mais um problema. Pode existir em mais de um lugar; ser transportada por meio planeta em segundos; e ser roubada sem o seu conhecimento. Bruce Schneier

 

Os vírus de computador devem contar como vida. Eu acho que diz algo sobre a natureza humana, que a única forma de vida que criamos até agora é puramente destrutiva. Criamos a vida à nossa própria imagem. Stephen Hawking

 

Se você acha que a tecnologia pode resolver seus problemas de segurança, então você não entende os problemas e não entende a tecnologia. Bruce Schneier

 

A minha mensagem para as empresas que pensam que não foram atacadas é: vocês não estão a olhar o suficiente. James Snook

No futuro muito próximo, exercícios de segurança Cibernética serão absolutamente esperados em todas as empresas pelos reguladores. Michael Vatis

Cibersegurança no CCG

No CCG a Cibersegurança é já uma grande preocupação e uma prioridade. Ela está a ser desenvolvida no domínio de investigação aplicada EPMQ, pelo investigador Henrique Santos, com Ana Lima como coordenadora de desenvolvimento.

Na página de recrutamento do CCG pode mesmo encontrar uma vaga relativa a Cibersegurança.

A Critical Manufacturing e o Centro de Computação Gráfica (CCG) co-organizaram o evento “Industry 4.0: Reshaping The Human Machine Interfaces” (Indústria 4.0: Remodelação de Interfaces Humanas – Máquina) que decorreu no dia 24 de janeiro, no DSI, da Escola de Engenharia, do campus de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães.

Nesta conferência de entrada gratuita, o CCG fez uma apresentação dos seus desenvolvimentos e projetos recentes na área da interação homem-máquina, enquanto a Critical Manufacturing divulgou os resultados do seu projeto HMI, UX-FAB – Universal Experiences for Advanced Fabs.

Intervenção CCG

O CCG apresentou alguns dos projetos tecnológicos inovadores que está a desenvolver, como o AGATHA (sistema inteligente de investigação criminal), o MaxCut4Fish (sistema inteligente de corte de pescado), e o UH4SP (uma arquitetura de software, orientada a serviços e soluções tecnológicas, incorporando o paradigma de IoT e Industry 4.0) por intermédio de Miguel Guevara, coordenador de desenvolvimento do domínio CVIG.

Já Carlos Silva, coordenador de desenvolvimento do domínio PIU do CCG, falou sobre as tecnologias e os métodos de investigação utilizados em projetos como o SIGECAR e o HMIExcel, onde as soluções são desenhadas e testadas em concreto para a indústria, avaliando a usabilidade da experiência do utilizador, fornecendo o melhor resultado final possível.

Intervenção Critical Manufacturing

Do lado da Critical Manufacturing, José Pedro Silva, engenheiro de software desta entidade, enalteceu que o foco está cada vez mais no lado do utilizador, devendo a solução tecnológica ser direcionada para este, concedendo-lhe a capacidade de customização. Como existem diversos contextos e realidades, são também necessários diferentes poderes de resposta para cada utilizador.

Como a Indústria 4.0 se concentra no consumidor, com possibilidades de personalização do produto quase à unidade específica, o projeto UX-FAB tentou introduzir esse mesmo conceito às interfaces industriais, onde os operadores / gerentes de linha podem criar as suas interfaces. José Pedro Silva demonstrou como funciona o projeto UX-FAB e o que este permite fazer a cada utilizador.

Conclusão de evento

Após estas apresentações debataram-se os diversos cenários da Indústria 4.0 e das interfaces humanas – máquina, assim como se realizaram visitas aos laboratórios do CCG para se travar conhecimento direto com algumas das tecnologias utilizadas nos projetos desenvolvidos pelo Centro de Computação Gráfica.

industry 4.0 e remodelação hmi

Industry 4.0 event poster_img-01

Industry 4.0: Reshaping The Human Machine Interfaces é o título do evento que decorre na tarde de 24 de janeiro no anfiteatro 0.19 do DSI (Departamento de Sistemas de Informação) no Campus de Azurém nº11, Universidade do Minho, Guimarães.

Esta conferência incentivará o debate sobre as interfaces gráficas e as interfaces homem-máquina, no contexto da indústria 4.0, desvendando possíveis cenários de futuro.

Com início às 14h30, e com entrada gratuita, o evento contará com uma apresentação do CCG relativa aos seus desenvolvimentos e projetos recentes na área da interação homem-máquina.

Já a Critical Manufacturing divulgará os resultados do seu projeto HMI, UX-FAB – Universal Experiences for Advanced Fabs.

Para o final da conferência está reservada a realização de uma mesa redonda sobre o impacto da Indústria 4.0 na interação homem-máquina.

Programa do evento Industry 4.0 Reshaping the HMI

Inscrição no evento

O evento é gratuito mas carece de pré-inscrição.

Leia sobre este evento no artigo: “A Indústria 4.0 e a remodelação da interação homem-máquina em análise“.

UMinhoTech. Este é o nome do projeto que pretende impulsionar a valorização económica do conhecimento científico produzido na Universidade do Minho e nas suas Interfaces Tecnológicas, nomeadamente no CCG – Centro de Computação Gráfica, no PIEP – Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros e no CVR – Centro para a Valorização de Resíduos.

Com mais de 57 mil graduados, a Universidade do Minho (UM) representa cerca de 10% do sistema científico português. Ademais, a UM é uma das instituições nacionais com maior capacidade de coordenação de grandes projetos europeus.

Consórcio UMinhoTech

O projeto UMinhoTech será desenvolvido pelo PIEP – Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros, em parceria com o CCG – Centro de Computação Gráfica e o CVR – Centro para a Valorização de Resíduos.

Objetivos do UMinhoTech

Com o nome completo de UMinhoTech – Technology for Future, o projeto tem como objetivos primordiais:

Dada a dinâmica introduzida por este projeto, pretende-se ainda:

UMinhoTech Interfaces

Abordagem inovadora do projeto

Para alcançar estes objetivos, o consórcio do projeto colocará em prática uma abordagem inovadora no tecido empresarial, com a criação de um ecossistema composto pela Universidade do Minho e pelas suas Interfaces Tecnológicas (PIEP, CCG, CVR e a TECMINHO).

Este ecossistema é concretizado na conceção da marca “UMinhoTech”. Esta marca agrupa o portefólio de serviços e dos conhecimentos científicos e tecnológicos concebidos nestes centros de saber, demonstrando as mais valias para as empresas da colaboração com estes centros.

Será também desenvolvida uma plataforma tecnológica interativa para a divulgação da marca UMinhoTech e para a transferência de conhecimento dos centros de conhecimento para as empresas.

No Campus de Azurém, em Guimarães, será criado um showroom, com uma amostra da melhor tecnologia da academia e das suas interfaces, que funcionará como sala de visitas para as empresas e instituições que visitem a UM.

Para a disseminação das competências científicas e tecnológicas deste ecossistema implementar-se-ão três projetos de demonstração de tecnologia de atividades de I+D+I.

Já para aumentar a visibilidade a nível internacional, o consórcio promotor do UMinhoTech participará em eventos internacionais e fomentará a participação em plataformas e redes de cooperação internacionais.

Financiamento do projeto

Este projeto tem o apoio do COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas, envolvendo um investimento elegível de 898 mil euros, o que resulta num incentivo FEDER de 763 mil euros.

O CCG – Centro de Computação Gráfica – participou na Smartathon’18, que decorreu a 9 de janeiro, na Sala de Conferências da Plataforma das Artes e da Criatividade em Guimarães.

Smartathon’18: desafio de co-criação

Esta “maratona de ideias” teve em vista obter contributos da sociedade, do ecossistema de startups, das empresas inovadoras e do sistema científico e tecnológico para a proposta DREAM Smart City, liderada pela cidade de Guimarães e enquadrada no programa Smart Cities & Communities.

O objetivo deste desafio de co-criação passou por promover a geração de ideias e de soluções face aos temas prioritários de uma Smart City: clima, energia, dados, habitação, espaço urbano, água, resíduos, mobilidade, trabalho, pessoas e comunidades.

Intervenções do CCG na iniciativa

O CCG participou nesta iniciativa por intermédio de Carlos Neves e de João Moutinho, que pautaram as suas intervenções no domínio conceptual da política de cidades para a construção de uma Smart City quer no domínio de soluções tecnológicas para responder aos desafios concretos da cidade de Guimarães.

Na qualidade de parceiro de projeto, o CCG irá colaborar ativamente com a Câmara Municipal de Guimarães e a Universidade do Minho na elaboração da proposta ao financiamento H2020-LC-SC3-SCC-1-2018.

 

Smartathon18

Leia mais sobre smart cities e sobre mobilidade humana e o planeamento das cidades.

Encontre mais informação sobre o evento Smartathon’18.