Dia Mundial da Usabilidade 2018: conferência e open day CCG

O Domínio de Investigação aplicada PIU: Perception, Interaction and Usability, do Centro de Computação Gráfica (CCG), assinala nos próximos dias 8 e 9 de novembro, o Dia Mundial da Usabilidade 2018, com uma conferência e um open day relativos à temática.

Conferência “Designing for Good or Evil?” e Open Day

Esta quarta edição do evento organizado pelo CCG está subordinada ao tema: “Designing for Good or Evil?”, e contará com a presença de peritos nacionais e internacionais, que versarão a importância do trabalho centrado no utilizador para a usabilidade de qualquer produto ou serviço.

O processo de design tem uma enorme influência no comportamento das pessoas: se por um lado um bom processo, centrado em quem vai utilizar o produto, provoca experiências positivas e memoráveis ao utilizador, por outro, um mau trabalho de design causa problemas e dores de cabeça ao utilizador.

A conferência tem lugar no dia 8 das 09h30 às 17h, no auditório 0.10 da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, campus de Azurém, em Guimarães.

Já o open day decorre no dia 9 nas instalações do CCG, no mesmo campus da universidade, das 9h30 às 17h00, para mostrar o que de melhor se realiza em termos de trabalho de usabilidade na atualidade.

O WUD 2018 destina-se a prestadores de serviços, profissionais de fatores humanos, tecnólogos, designers e apaixonados por usabilidade.

As inscrições nestas atividades do Dia Mundial da Usabilidade 2018 são gratuitas e realizadas online através do site oficial do evento.

Oradores e programa conferência WUD 2018 – 8 de novembro

Com o cofinanciamento do Programa Operacional Norte2020, e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, no contexto de ações Transferência de conhecimento científico e tecnológico do CCG, o evento incluirá intervenções de Carlos Silva (CCG); Ana Correia de Barros (Fraunhofer Portugal), Bruno Giesteira (Universidade do Porto), Paula Trigueiros (Universidade do Minho), Ricardo Ferreira (Outsystems), Bruno Monteiro (LABx), Diogo Lopes (Adapttech), Ana Parada (advert.io), Alison Burrows (University of Bristol) e Andy Schaudt (VTTI).

O keynote speaker desta conferência será Andy Schaudt que nos apresentará “The Good, the Bad and the Automated”, uma conversa focada no contexto automóvel, sobre como um desenho focado na experiência é a chave para a adoção (ou não) da automação no nosso dia a dia.

9h30 Check-in

10h00 WUD 2018 Opening session

Carlos Silva, Development Coordinator of Perception, Interaction and Usability, CCG

Session 1: Health and medical devices

10h15 Ana Correia de Barros, Head of Human-Centered Design, Fraunhofer AICOS

10h35 Diogo Lopes, Lead Designer, Adapttech 

11h00 Coffee-break 

Session 2: People-centered products and services I

11h20 The evilness of The Design of Everyday Things (EN). Bruno Giesteira, Design Department, University of Porto

11h40 Build a Product Design Team, Build a Product Your Users Love (EN). Ricardo Ferreira, Principal Product Designer, Outsystems

12h00 Bruno Monteiro, LabX, Laboratório de Experimentação da Administração Pública 

12h20 Lunch break 

Session 3: People-centered products and services II

14h00 Paula Trigueiros, Escola Arquitetura, Universidade do Minho

14h20 Ana Parada, Product Designer, advert.io

14h40 Alison Burrows, Senior Research Associate in User-Centred Design, University of Bristol 

15h00 Coffee-Break 

Session 4: Keynote Speaker

15h30 The Good, the Bad and the Automated (EN). Andy Schaudt, Project Director Automated Vehicle Systems, Virginia Tech Transportation Institute

16h20 Closing session + Visit to CCG

Dia Mundial da Usabilidade

O Dia Mundial da Usabilidade (World Usability Day) celebra-se desde 2005 por todo o mundo, na segunda quinta-feira de novembro. O objetivo é sensibilizar a sociedade para a importância da Usabilidade na Tecnologia, Educação, Saúde, Comunicação, Privacidade e Entretenimento.

O manifesto deste evento global alerta que “O erro humano é um equívoco. Um telemóvel deve ser tão fácil de usar como a maçaneta de uma porta. A fim de humanizar um mundo que usa a tecnologia como uma infraestrutura para a educação, saúde, governo, comunicação, entretenimento, trabalho e outras áreas, devemos concordar em desenvolver tecnologias de uma forma que, em primeiro lugar, sirvam as pessoas (…)”.